Saiba quais profissionais ajudam recém-nascido com Síndrome de Down

O recém-nascido por si só precisa de cuidados especiais, mas o recém-nascido com Síndrome de Down precisa , na maioria das vezes, de um pouco mais atenção. O estado de saúde dos  bebês com down pode ser mais delicado, mas, se tratados da maneira correta, eles podem levar uma vida normal e viver por muitos e muitos anos.

Crianças que apresentam a trissomia do 21, mais conhecida como Síndrome de Down, podem nascer com alguns problemas de saúde. Os com problemas cardíacos, por exemplo, são muito comuns e uma cirurgia pode ser necessária logo nos primeiros meses de vida. O sistema respiratório também pode apresentar complicações já que as vias, por onde passa o ar, são mais estreitas que a de um órgão normal.

Para melhorar a qualidade de vida, não só durante a infância, como também na fase adulta, o bebê com síndrome precisa dos cuidados de uma equipe de saúde multiprofissional e sobre esses profissionais que vamos falar agora.

 

1. Fisioterapeuta

Esse profissional é essencialmente importante no desenvolvimento motor do bebê. Logo após o nascimento, o profissional precisa dar estímulos para que o bebê se desenvolva da forma mais normal possível já que é comum que as fases fiquem atrasadas.

Por exemplo, um bebê com Síndrome de Down costuma demorar mais tempo para fazer diversos movimentos, desde os mais básicos, como ter o controle do tronco, até os mais complexos, como engatinhar e andar. O fisioterapeuta consegue utilizar técnicas que estimulam e fortalecem a musculatura dessas crianças.

 

2. Fonoaudiólogo

Eis aqui outro profissional de extrema importância nesses casos. A fonoaudiologia trabalha com comunicação nos mais diversos aspectos: fala (que envolve a articulação dos sons e também a velocidade dela), escuta, escrita e também leitura. Outro trabalho desse profissional é coordenar a deglutição, ou seja, a função de engolir os alimentos, que também envolve o sistema respiratório.

Aqui, o fonoaudiólogo deverá ajudar a musculatura facial para que a criança seja capaz de sugar, mastigar e engolir de forma coordenada com a respiração. O mesmo vale para a fala. Neste ponto, já vemos como é importante que o trabalho desse profissional seja realizado em conjunto com o do fisioterapeuta.

 

3. Médicos

 

CARDIOLOGISTA

Como dissemos no início deste post, 50% dos recém-nascido com Síndrome de Down apresenta ao  nascer  problemas cardíacos e a presença de um cardiologista é imprescindível. Normalmente, esse especialista pede eletrocardiograma com frequência para avaliar a função do órgão.

CLÍNICO GERAL

O sistema imune das pessoas com down também pode  está mais vulnerável a ser atingido por agentes infecciosos. Por conta disso, não é estranho que um bebê com Down fique doente com mais frequência. Portanto, é necessário ter alguns cuidados como, por exemplo, mantê-lo afastado de pessoas que estão com alguma gripe ou resfriado.

Por causa disso, é muito importante que o bebê seja amamentado, já que o leite é rico em substâncias protetoras. No início, a mãe pode ter um certo trabalho, mas vale a pena insistir. É nesse momento também que o trabalho do fono se faz importante.

OFTALMOLOGISTA

É bastante comum que pessoas com Síndrome de Down tenham problemas de visão, seja para enxergar de perto ou de longe. Além disso, também há a possibilidade de desenvolver a catarata congênita, embora essa situação seja mais incomum.

Cadastre-se no portal incluo e tenha participe de nosso banco de dados que tem mais de 200 profissionais especialistas. É gratuito! Basta preencher seus dados neste link .

 

4. Família

A família deve fazer parte de todo esse processo e acompanhar de perto. É muito importante que os pais sigam em casa todas as instruções passadas pelos profissionais. O mais importante de tudo é dar muito amor e carinho e saber que, mesmo com a síndrome, pessoas com Down têm mostrado cada vez mais que podem ser independentes e viver bem na fase adulta.

Fonte: Incluo

Lucas Rodrigues
Tagged with:    

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta